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Laudo geotécnico na microrregião de Criciúma

Bacia do Paraná — Formação Rio Bonito (bacia carbonífera) e depósitos quaternários

9 municípios, 405.731 habitantes (Censo IBGE 2022), mesorregião Sul Catarinense, Santa Catarina.

Perfil do subsolo

Siltito, arenito e camadas de carvão; áreas com lavra subterrânea pretérita e depósitos de estéril e rejeito piritoso; planície costeira a leste.

O que costuma comprometer obra aqui

  • Subsidência sobre lavra subterrânea antiga — patologia estrutural que nenhum laudo de fundação convencional detecta
  • Rejeito piritoso com geração de drenagem ácida e agressividade ao concreto e ao aço
  • Aterro de estéril com heterogeneidade extrema e adensamento de longo prazo

Investigação que responde a isso

Levantamento do histórico de lavra antes da campanha; sondagem com localização orientada pelo mapa de lavra; caracterização química do material para agressividade; SPT com rotativa onde houver suspeita de vazio.

Enquadramento geológico regional. Caracterização do terreno específico só sai de investigação no local — não existe laudo por analogia regional.

Onde o laudo costuma errar nesta região

Os três erros abaixo não são genéricos: são os que a geologia daqui produz com mais frequência, e os que mais aparecem em laudo devolvido pelo analista ou em patologia de obra executada.

  1. Fazer a campanha sem levantar antes o histórico de lavra subterrânea: nenhuma sondagem convencional detecta vazio que ninguém procurou.
  2. Especificar concreto e aço sem caracterizar agressividade química onde há rejeito piritoso e drenagem ácida.
  3. Tratar aterro de estéril como aterro comum, ignorando a heterogeneidade e o adensamento de longo prazo.

Municípios da região com condicionante verificada

Nestes lemos o dispositivo no ato oficial:

  • Criciúma — Novo Código de Obras, de modelo autodeclaratório, foi publicado — sem número de lei divulgado em fonte acessível à verificação.
  • Urussanga — Lei nº 2.940/2020 (Lei de Parcelamento do Solo de Urussanga): “Para os fins de parcelamento, nas áreas com declividade entre 20% (vinte por cento) e 30% (trinta por cento), assim como em terrenos com condições hidrológicas …” Gatilho: declividade entre 20% e 30%; declividade 0-5% com condições hidrológicas complexas; risco geológico.

Exigências que aparecem nesta região

O que se aplica em toda a microrregião, independentemente da lei municipal

  • Federal — Lei nº 6.766/1979, art. 3º, p.u., III e IV: parcelamento vedado em declividade ≥ 30% “salvo se atendidas exigências específicas das autoridades competentes”, e em terrenos “onde as condições geológicas não aconselham a edificação”.
  • Estadual (SC) — Instruções Normativas do IMA: “estudo geotécnico para fins de ocupação, uso do solo e urbanização” para áreas com suscetibilidade geotécnica, com “sondagens exploratórias e ensaios geotécnicos, quando couber”. Enquadramento pela Resolução CONSEMA/SC nº 250/2024.
  • Técnica — ABNT NBR 11682:2009 (estabilidade, FS de 1,2 a 1,5), NBR 6484:2020 (SPT), NBR 8036:1983 (programação de sondagens) e NBR 6122:2019 com Emenda 1:2022 (fundações). ART pela Lei nº 6.496/1977.

Municípios atendidos na microrregião

Laudo geotécnico na região de Criciúma

Mande a exigência que você recebeu, o endereço do terreno e o que pretende construir. Devolvemos escopo, prazo e preço — e confirmamos a condicionante na Secretaria de Obras com você.

Falar no WhatsApp +55 47 98867-0043

Responsável técnico: Alex Rafael Niepiçuy — CREA 199031-9 SC